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IMPRENSA

14/10/2019IMPRENSA, Noticias, São Paulo

Obras paradas em pauta

A Diretoria do Deconcic (Departamento da Indústria da Construção e Mineração), da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), realizou na manhã desta segunda-feira (14/10/2019) reunião plenária para tratar dos preparativos do 13º Construbusiness, evento que ocorrerá no dia 2 de dezembro na sede da federação, tendo como tema principal a infraestrutura do país e a retomada das obras paralisadas. A edição deste ano terá a presença do vice-presidente da República, Hamilton Mourão. O encontro contou, pela ABCP, com a participação de Hugo Rodrigues, diretor de Comunicação, representando na oportunidade o presidente da ABCP e SNIC, Paulo Camillo Penna, e de Mário William Esper, diretor de Relações Institucionais da ABCP e presidente da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), que lembrou aos presentes que em 14 de outubro celebra-se o Dia Mundial da Normalização.

Hugo Rodrigues, por sua vez, destacou, dentre vários temas da cadeia produtiva da construção, o protagonismo da indústria do cimento na busca de medidas mitigadoras do aquecimento global por meio de diversas iniciativas, entre elas o Mapeamento Tecnológico do Cimento (Roadmap Brasil), cujo Roadshow (levado a várias capitais) teve início em Belo Horizonte (02/10), seguirá para Curitiba (06/11) e depois estará em São Paulo, realizando-se na própria Fiesp (26/11). Vale lembrar que o Roadmap foi lançado oficialmente em 03/04/2019 em Brasília, na Confederação Nacional da Indústria (CNI), em um evento que reuniu cerca de 150 pessoas, entre autoridades do governo, lideranças empresariais, executivos da indústria do cimento do país e especialistas brasileiros e estrangeiros (leia mais).

Sobre o Roadmap

O Roadmap Brasil foi desenvolvido com a contribuição da Agência Internacional de Energia (IEA), Iniciativa de Sustentabilidade do Cimento (CSI) do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvi­mento Sustentável (WBCSD), Corporação Financeira Internacional (IFC) – membro do Grupo Banco Mundial – e um seleto grupo de acadêmicos-pesquisadores de renomadas universidades e centros de pesquisa do país, sob a coordenação técnica do professor e ex-ministro José Goldemberg. A iniciativa teve o objetivo de elencar uma série de medidas capazes de acelerar a transição rumo a uma economia de baixo carbono no setor cimenteiro.

O compromisso deste trabalho é contribuir para a redução da intensidade carbônica em 35% até 2050, com base nos valores atuais. Para tanto, elencou medidas que se concentram em quatro principais pilares: (i) adições e substitutos de clínquer (produto intermediário do cimento), por meio do uso de subprodutos de outras atividades; (ii) combustíveis alternativos, com a utilização de biomassas e resíduos com poder energético em substituição a combustíveis fósseis não renováveis; (iii) medidas de eficiência energética, mediante investimentos em linhas e equipamentos de menor consumo térmico e/ou elétrico; (iv) tecnologias inovadoras e emergentes, através da pesquisa e desenvolvimento em tecnologias disruptivas, como a captura de carbono.

Mas a transição da indústria do cimento sugerida no documento só pode ser alcançada mediante uma estrutura reguladora de apoio e investimentos efetivos e sustentados. O roteiro mapeia políticas públicas necessárias, avalia mecanismos de fomento e descreve desafios técnicos para alcançar a ambição proposta.

Roadmap Tecnológico do Cimento – Brasil (Book – 6,9 Mb)

Roadmap Tecnológico do Cimento – Brasil (Encarte – 1 Mb)

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